03/07/09



22/05/09




21/05/09



28/03/09

A piscina e a cruz

Um de meus amigos ia toda quinta-feira a noite a uma piscina coberta.
Ele sempre via ali um homem que lhe chamava atenção: ele tinha o
costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia
no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água.
Era um excelente nadador.
Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse
costume de molhar o dedão antes de saltar na água.

Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem
sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há
alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu
trabalho era ensina-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite
não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o
professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.

"Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava
através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha
sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta
formava uma magnifica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado,
contemplando aquela imagem."

O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de
Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando
criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram a mente e me
fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de
seu precioso sangue.

"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços
estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente
voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso ... na noite
anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"

"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado,
seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede
salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus - que por me amar
permitiu que eu continuasse vivo - que me ajoelhei na beira da
piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas
minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi
necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele."

"Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora
tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente
salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de
saltar na água".

29/01/09




Meu primeiro trabalho ..

21/09/08

Dois mendigos na mesma calçada com muito movimento de pedestres:


Um deles tem um cartaz que diz "tenho fome" o outro um que diz "hoje é o aniversário do meu amigo ao lado, quero convida-lo para almoçar".


O que dizia tenho fome, não recebeu atenção de ninguém que passava.

O que esperava ganhar alguns trocados para poder presentear seu amigo num dia tão especial, viu sua caixinha transbordar de moedas.


Moral da história:

Quando compartilhamos nosso amor com as pessoas ao nosso redor, Deus coloca o mundo a nosso favor.
A tainha é um peixe que costuma nadar sempre na superfície da água, isso facilita aos pescadores perceberem os cardumes de muito longe.

Começa o cerco ao cardume, redes são lançadas e as tainha que ficam na superfície da água são facilmente capturadas.
Sabe-se que as redes não são muito altas, que as tainhas têm a chance de mergulhar, afundar e passar por baixo das redes, se quiserem fazer isso.

Aí começa a lição, fazendo um paralelo com a nossa vida, nosso dia a dia.


Nem sempre quando estamos afundando vai significar que vamos sair prejudicados no final da história. Sei que a primeira vista é difícil de aceitar e acreditar nisso.

Deus muitas vezes permite que cada um de nós afunde para escapar das redes, dos problemas que estão vindo em nossa direção.

Muitas vezes Deus age de uma maneira incompreensível aos nossos olhos naturais. Mas creia que ao afundar por um momento, a rede vai passar direto sem te prender, sem te sufocar ou até mesmo te matar.

È preciso orar muito a Deus e pedir que Ele abra os nossos olhos espirituais. Só assim vamos compreender que determinado momento que estamos passando em nossas vidas é para o nosso bem,
para o nosso crescimento.


Se for para o nosso bem, que Deus nos ajude a ter força e confiança para aceitarmos afundar por um momento e esperar a rede cheia de problemas passar adiante sem nos tocar.



Evandro Coral.